terça-feira, 25 de maio de 2010

Refrigério



‘‘O SENHOR é o meu pastor; nada me faltará. Ele me faz repousar em pastos verdejantes. Leva-me para junto das águas de descanso; refrigera-me a alma.’’
(Salmos 23:1-3)


Muitas vezes em certas épocas do ano o clima está elevado e os dias se tornam quentes, parece que as chuvas não vem, e quando vemos nuvens, são rápidas e passageiras; as vezes o céu fica sem nenhuma nuvem e não temos sombra. Sentimos que somos debilitados fisicamente porque o clima parece estar elevado. Compramos mais água, utilizamos refrigeradores de ar, ventiladores, mas o ar continua em muitas vezes seco. Embora estas coisas revelem o estado físico que sentimos, a ilustração é boa para nos referirmos ao nosso estado espiritual; muitas vezes sentimo-nos sem refrigério algum. Recoremos a todo tipo de coisa para nos sentirmos bem em relação ao nosso descanço, repouso e refrigério, mas não nos saciamo-nos. Em todos os casos se precisamo de algo mais, que o descanso de nossos trabalho ou qualquer tipo de inrefrigério, é o que Cristo tem para nos oferecer.
Ele é o Senhor e Pastor; sem Ele não saberiamos encontrar descanço para nossas almas nem as fontes de água das quais não tornaremos a ter sede novamente. Ele sabe o caminho de eternidade, por lugares onde a grama é verde e as águas são límpidas e onde há sombra para descanço. Nenhuma mudança de clima poderia afetar nossas vidas espirituais, pois já temos com o Pastor tudo o que precisamos e de nada sentiremos falta enem precisaremos de mais. O ministério pastoral de Cristo é suficiente para o sutento de nossas vidas; Ele nos levará ao verdadeiro lugar que precisamos estar e não nos perderemos, nem nos sentiremos cansados, afinal, caminhar ao lado de Cristo é um passeio pela sombra, que nenhuma coisa nesse mundo poderia oferecer em igual.

Em Cristo
Leomir

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Satisfação


‘‘porque, onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração.’’
Mateus 6.21

O homem procura satisfação. Isso naturalmente significa que ele foi feito para estar satisfeito e procurar algo que o satisfaça de algum modo. Não é difícil explicar as várias formas do homem satisfazer-se. Podemos dar exemplo de, práticas de esportes radicais, viagens a lugares exuberantes, comidas preparadas para serem exóticas, leituras de livros fantásticos, orquestras em tom épico, longamentragens, festas pomposas e uma varieade de coisas, que enchem seus olhos, seus ouvidos, seu paladar, sua mente e seu coração. A busca do homen por esse tipo de coisa, que na realidade não o satisfaz de forma eficaz, é uma busca errada de algo verdadeiro. Isso faz parte do homem, no entanto ele não sabe que o faz de forma incorreta. A satisfação proporcionada pelas diversas experiências deste mundo são passageiras, o que quer dizer que ele precisará de outra dose, e mais outra e mais outra, sem satisfazer-se de verdade, no sentido profundo da satisfaçãopara o quel foi criado.
O homem foi criado com o propósito de satisfazer-se com seu encontro com Deus; foi criado por um Deus e precisa retornar a Ele, pois está perdido e sem sentido real das coisas. O homem, busca coisas, numa vontade intensa, mas não sabe, nem se entende, na sua busca.
Para aqueles que foram escolhidos, essas coisas de satisfação nesse mundo, passam a ter gosto de estranheza, como se fosse algo que eles conheceram mas, como se nunca tivessem precisado delas. O homem que crê em Cristo já não se satisfaz meramente, por seus desejos, sonhos terrenos, gostos pessoais, ou qualquer coisa que o mundo ou alguém possa oferecer. Ele prefere sentir algo que vai além dos gostos mortais; ele quer ir mais longe. De fato o homem ou mulher que crê em Cristo, não é deste mundo, e só pode satisfazer-se com algo que não é ou provem deste mundo, em quelquer época que tenha vivido. Como disse C.S. Lewis: “Se eu encontro em mim um desejo que nenhuma experiência desse mundo possa satisfazer, a explicação mais provável é que eu fui feito para um outro mundo...Se nenhum dos meus prazeres terrenos é capaz de satisfazê-lo, isso não prova que o universo é uma fraude. Provavelmente os prazeres terrenos não têm o propósito de satisfazê-lo, mas somente de despertá-lo, de sugerir a coisa real. Se for assim, tenho de tomar cuidado para, por um lado, jamais desprezar ou ser ingrato em relação a essas bênçãos terrenas, e, por outro jamais confundi-lo com outra coisa, da qual elas não passam de um tipo de cópia, ou eco, ou miragem.’’.De fato o desejo do escolhido, é um desejo eterno, e não pode ser despertado por coisas passageiras. Assim é todo aquele que é nascido de Deus; a eternidade e os gostos elevados são algo grandioso demais, para ser encontrado em qualquer lugar deste mundo.
Em Cristo
Leomir

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Separado




‘‘Pai, se queres, passa de mim este cálice; 
contudo, não se faça a minha vontade, e sim a tua.’’
Lucas 22.42

                            As pessoas quando estão numa situação desesperadora costumam dizer coisas que marcam tal situação. Se é um momento feliz elas também costumam expressar o que estão sentindo, mas quando é algo não tão feliz, elas expressam mais ainda. Independente do que seja a situação de desespero, elas não preferem passar por aquilo; afinal homens querem se sentir tranquilos e confortaveis, não passando por nenhuma dificuldade.
                            Talvez a situação mais triste, e quão profundamente triste aos olhos de Deus, é aquela em que se está separado dEle. O homem em toda a sua pecaminosidade não entende que essa situção é altamente desesperadora, angustiante, infeliz e lastimante quando reconhecida espiritualmente. O maior problema é que muitos deles preferem exatamente estar neste tipo se situação, sem Deus. Eles criam, idéias, filosofias, argumentos, comportamentos, tudo que não tem nada haver com Deus. A idéia de ter parte com Deus, para o homem natural parece ser mais triste do que estar sem Ele, pois Deus tem todo o comportamento de uma vida, para todas as pessoas, e esse comportamento é viver para Ele. Viver para Ele significa submeter-se a Sua vontade, significa que você deve fazer o que alguém está querendo, e particularmente para o homem, é penoso fazer, ou obedecer outro algúem. Mas infelizmente, não submeter-se a um Deus amoroso, justo, cuidadoso, misericordioso, significa estar separado dEle.
                               O Senhor Jesus, segundo algumas interpretações teologicas expressou o que seria estar separado do Pai, mesmo que por um momento, de forma profunda. Quando esteve no Getsêmani, pouco antes da sua morte, Ele disse que não queria passar por aquilo, não queria este cálice, mas que fosse feita a vontade do Pai. No momento da sua crucificação, quando recebeu sobre si o pecado, o Pai não estaria mais ali, não podendo um Deus estar no mesmo lugar que o pecado. E Ele expressou tristemente, que estava desamparado naquele momento, sentindo dores profundas e uma agonia amarga. Ele sentiu profundamente o que era estar separado de Deus, a coisa mais terrível que alguem ou um homem poderia sentir em todo o universo. Uma situação terrível, onde você não tem solo, nem onde se esconder, nem o que respirar, uma situção perfeitamente mortal. É isso o que o pecado causa, separação mortal.
                                 Mas mesmo diante disso Jesus saberia o que ia acontecer em seguida, Ele iria ressuscitar, e selar a garantia e esperança para aqueles que passassem a crer nEle. Receberiam Seu Espírito Santo e seriam eternizados, e não mais estariam numa situação desesperadora, a morte eterna, e viveriam para sempre. Isso é o que sentem, todos aqueles que creem em Jesus hoje, a vida eterna, pois estão juntos com um Deus eterno.

Em Cristo
Leomir 

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Quem pode entender?



Em Provérbios 30.18 e 19, eu leio sublimado e desafiado, as seguintes palavras: "Há três coisas que são maravilhosas demais para mim, sim, há quatro que não entendo: o caminho da águia no céu, o caminho da cobra na penha, o caminho do navio no meio do mar, e o caminho do homem com sua donzela. 

Para alguém que observava as águias, as cobras e os navios, era uma maravilha vê-los no seu caminho e por onde fosse. Talvez outras pessoas pudessem se maravilhar de outras coisa, tipo o nascer do sol, o caminho das estrelas no céus, o movimento das nuvens e as correntezas dos rios. De todas as formas, tudo o que Deus criou tem o seu traço de beleza que, nos impressiona e nos chama a atenção; que nos prende, a ficar pensando sobre aquilo, em como acontece, a forma que acontece, e porque acontece. De tudo o que Ele fez o mais notável, que o sábio diz em seu provérbio é que, três coisas são maravilhosas e a quarta ele não entende. O que ele não entende é exatamente, algo que vai além de coisas que não pensam, que ele descreve antes como a águia, a cobra e o navio; ele fala de um homem e uma mulher. No mundo que conhecemos hoje existe uma grande dificuldade em se entender a relação do homem e uma mulher de modo claro e bíblico, no entanto até o mais sábio dos homens não entedia bem. Não significava que o fato dele não entender, devia existir algo de errado; não era que, ele estava querendo dizer que era uma questão inútil, mas que havia algo muito maior e mais profundo no que ele sentia quando via um homem e uma mulher. Deus criou os dois na medida exata de um para com o outro; assim como todo homem e toda mulher criados por Deus estão dispostos a terem seus corações satisfeitos somente quando repousam em Deus, Ele mesmo projetou os seus corações para satisfazerem-se um com o outro a partir de uma forma divina; uma relação profunda, real, leal, cuidadosa, alegre, altruística e verdadeira. Por mais que possamos pensar em algum padrão na relação do homem e da mulher, o fato é que ele foi projetada por uma mente infinitamente complexa; não para nos deixar simplesmente sem entender, como alguém escolhe alguém, mas para nos maravilharmos, com o desenrolar do fato de amar alguém, deixando bem claro o perfeito traço de seu Criador. Entre um homem e uma mulher que expressam um amor genuíno da parte de Deus, encontramos beleza que não se encontra em outras coisas. Essa beleza, foi Deus que a fez, e é unica no seu modo de acontecer. Eles ficam vulneráveis entre si, por que estão dispostos um para o outro; estariam dispostos a fazer sacrifícios, somente para o bem um do outro.

Em Cristo
Leomir

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Perfeição

 
Ninguém é perfeito!

Esta verdade deveria levar-nos a tremer diante de um Deus que é Santo, Santo, Santo. Em vez disso é normalmente usada para desculpar o nosso comportamento errado, para nos fazer sentir, digamos, melhor. Com muita frequencia ouvimos as pessoas deixarem seus erros de lado desculpando-se com palavras vagas: "Afinal, ninguém é perfeito, não é mesmo?". Embora esta afirmação seja precisa, ela deveria ser dita como uma confissão, e não como uma forma leviana de justificação. A bíblia reconhece que não somos perfeitos. Até mesmo o apostolo Paulo escreveu: "Não que eu o tenha revebido ou tenha já obtido a perfeição; mas prossigo para conquistar aquilo pasra o que também fu conquistado, por Cristo Jesus. Irmãos quanto a mim não o julgo havê-lo alcançado; mas uma coisa faço: esquecendo para as coisas que para trás ficam, e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo, para o premio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus" (Fl 3.13-14). Nenhum de nós alcança a perfeição; nem de longe. Paulo ensina que nossa imperfeição deveria somente incentivar o objetivo de sermos totalmente semelhantes a Cristo.
Mas, por mais irônico que possa parecer, é igualmente perigoso -  ou concerteza até mais - pensar que perfeição espiritual é algo que os cristãos possam atingir nesta vida. A igreja está manchada com exemplos de divisões e facções que ensinaram várias versões do perfeccionismo cristão. Quase todos esses grupos naufragaram na fé ou foram forçados a mudar seu perfeccionismo para que se acomodasse á imperfeição humana. Todo perfeccionista inevitavelmente encara face a face a clara e empírica evidência de que vestígios do pecado permanecem na carne e pertubam  até os cristão mais espirituais, por toda vida. Para que possam persistir na doutrina do perfeccionismo, eles tem que redefinir o pecado ou baixar o padrão de santidade, Muito frequentemenmete fazem isso à custa da própria consciência.
Um grupo perfeccionista, a comunidade de Oneida, fundada por John Humphrey Noyes, floresceu em Nova York em 1849 a 1879. Baseada no conceito de perfeccionismo, que tinha muito em comum com os ensinos de Charles Finney (Noyes foi um convertido de Finney), a comunidade de Oneida era a mais conhecida dentre as cinquenta comunidades que funcionavam no estado de Nova York na metade do século 19. Os membros da Oneida, cerca de trezentos deles, viviam numa comunidade cuja sede era uma enorme mansão de pedra. Deram inicio a uma empresa de utensílios de mesa, até hoje bem sucedida. Trabalhavam juntos, cultuavam juntos e tinham u estilo de vida em comum que foi amplamente aclamado naqueles dias como um modelo de fraternidade santidade cristã. O que as pessoas não entendiam completamente asté que a comunidade foi dissolvida, em 1879, era que ali era praticado o casamento comunal. Toda mulher era considerada casada com todo homem, e todos tinha liberdade de fzer sexo com qualquer um que escolhesse na comunidade. Pior, esperava-se que as crianaças fossem sexualmente ativas logo que atingissem idade suficiente. O próprio Noyes iniciava as garotas assim que elas chegavam a puberdade. Noyes como muitos perfecccionistas, adaptou os padrões morais as suas preferências. Em vez de reconhecer que o desejo sexual fora do casamento é pecado e aceitar o resultado de que a sua própria cuncupiscência havia comprovado que ele não era perfeito, planejou uma doutrina que permitia a ele e aos outros de Oneida fazerem a vontade de suas paixões carnais e ainda alegarem ter alcançado a pureza. A comunidade de Oneida, foi concerteza um dos masi horríveis exemplos de como o perfeccionismo é mal usado, mas em todos os tipos de perfeccionismo a mesma tendencia ainda existe. Em última análise todos os perfeccionistas são forçados a projetar definições que diminuem o significado do pecado, de santidade e de perfeição que se acomodem a imperfeição da carnalidade humana.

Adaptações

Em Cristo
Leomir

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Ministério Movido a Marketing?



 Pois haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos; (2 Tm 4.3)

                   A nova filosofia é objetiva: a igreja está competindo com o mundo. O mundo é habil em captar a atenção e os sentimentos das pessoas. A igreja por outro lado, tende a ser muito pobre na "venda" de seu produto. Portanto, o evangelismo dever ser visto como um desafio de marketing, e a igreja deveria colocar o evangelho no mercado, da mesma forma que as empresas modernas colocam seus produtos no mercado. Isso requer mudanças fundamentais. O objetivo de todo marketing é "deixar o pruduto e o consumidor satisfeitos; então tudo o que tende o "consumidor" insatisfeito precisa ser jogado fora. A pregação, especialmente a que fala sobre pecado, a justiça, o juizo, é confrontadora demais para ser satisfatória. Um autor "best-seller" escreveu: "Acredito que desenvolver uma mentalidade de marketing é exatamente aquilo que a igreja precisa, se quisermos fazer a diferença na saúde espiritual ...". Tudo isso soa bastante moderno, bastante perspicaz, mas não é bíblico, e empurra a igreja em direção a encosta escorregadia. Os princípios de marketing estão se tornando o árbitro da verdade. Os elementos da menssagem bíblica que não se encaixam no plano promocional são omitidos. O "bom senso" do marketing exige que o escândalo da cruz seja minimizado. A estratégia de vendas requer que os assuntos negativos (a ira divina, por exemplo) sejam evitados. A satisfação do cunsumidor demanda que o padrão da justiça não seja elevado demais. Desta forma, as sementes de um evangelho raquitico estão sendo plantadas por esta filosofia. Não se engane, esse tipo de filosofia altera a menssagem, embora muitos que propagam essas idéias, considerem-se leais a doutrina bíblica. É preciso manter-se firme contra o mundo e sua sedução e até mesmo para com aqueles que dizem conhecer a verdade, e não conhecem, nem querem conhece-la.

Adaptações II

Em Cristo
Leomir

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Insuportável

                   


                       No filme Questão de honra, o ator Tom Cruise faz o papel de um advogado da Marinha norte-americana que questiona um coronel, representado por Jack Nicholson, sobre o assassinato de um de seus homens. A dramática cena do tribunal transforma-se num grande bate-boca no qual Cruise acusa Nicholson de ser cúmplice de assassinato.

-Cruise: Coronel, o senhor ordenou o código vermelho?
-Juiz: O senhor não precisa responder a essa pergunta!
-Nicholson: Eu responderei a essa pergunta ... você quer respostas?
-Cruise: Acho que fui designado para isso.
-Nicholson: Você quer respostas!
-Cruise: Eu quero a verdade!
-Nicholson: Você não pode suportar a verdade!

                    Nicholson poderia muito bem estar gritando com as pessoas do resto do mundo hoje, porque parece que muitas pessoas no noss mundo não suportam a verdade. Por outro lado, exigimos a verdade em praticamente todas as áreas da vida. Não queremos mentiras de um ente querido sejá seu esposo ou esposa, ou filhos; não queremos que o médico nos indique uma receita falsa; queremo que no tribunal, sejam condenados apenas os verdadeiramente culpados; Queremos que sejamos pagos de maneira justa e verdadeira no nosso trabalho; e das companhias aéreas, exigimos aviões realmente seguros e pilotos realmente sóbrios. Também esperamos ouvir a verdade quando escolhemos um livro de referência, lemos um artigo ou assistimos ao noticiário. Pressupomos que a sinalização das estradas sejam verdadeiras, como as bulas dos remédios digam a verdade sobre seu uso e os rótulos das cómidas estejam dizendo o que realmente tem naquele produto. De fato, exigimos a verdade em praticamente todas as facetas da vida que afetam, nosso dinheiro, nossos relacionamentos e nossa segurança. No entanto apesar de grandes e firmes demandas pela verdade, perdemos o interesse quando se trata de moral ou espiritual, ou até mesmo bíblico. O fato é que muitos no mundo rejeitam que haja algo de verdade espiritualmente falando. Concerteza, desse jeito você vai perceber que que existe uma grande contradição, pois exigimos a verdade em tudo, exceto na moralidade ou espiritualidade. Porque dizemos: ''Isto é verdade pra você, mas não é verdade pra mim", quando se trata de moral e espiritual, mas estamos bem certo, quando se trata do nosso dinheiro ou saúde.
                      Embora poucos admitam, nossa rejeição a verdade moral e espiritual, está baseada, não em fundamentos intelectuais, mais em fundamentos de vontade. Muitos aceitam cegamente todo tipo de crença, idéias, comportamentos, meios e qualquer outra coisa, por que não existem absolutos; é uma questão de opinião. Agostinho disse que amamos a verdade quando ela nos ilumina, mas odiamos quando ela nos convence. Talvez não possamos suportar a verdade.

Adaptações II

Em Cristo
Leomir